Falta de biometria não impede voto no segundo turno das eleições de 2026
Cerca de 10,99% do eleitorado nacional não tem digitais

O cadastro biométrico não é uma condição obrigatória para que o cidadão exerça o direito ao voto no segundo turno das eleições de 2026, marcado para o dia 25 de outubro. Segundo informações da Agência Brasil, aproximadamente 10,99% do eleitorado brasileiro atual não possui as impressões digitais cadastradas no sistema da Justiça Eleitoral.
Regras de identificação
Embora a biometria seja exigida em procedimentos como o alistamento eleitoral, a transferência de domicílio ou a revisão de dados pessoais, o eleitor sem o registro pode votar normalmente. O prazo oficial para a coleta das digitais encerrou-se no dia 6 de maio. No dia da votação, para quem possui o cadastro, o sistema das urnas eletrônicas permite até quatro tentativas de validação da digital. Caso o reconhecimento falhe nessas oportunidades, o mesário deverá solicitar a data de nascimento do eleitor para liberar o equipamento.
Votação no exterior
A dinâmica de identificação apresenta variações dependendo da localidade do votante. De acordo com a Agência Brasil, as seções eleitorais situadas fora do território brasileiro não utilizam o sistema de identificação biométrica. Nesses locais, a comprovação da identidade do eleitor segue os protocolos tradicionais de documentação oficial, sem a necessidade de leitura das impressões digitais para o acesso à urna eletrônica.
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Fonte: Agência Brasil










