Milei inclui cartéis mexicanos e guerrilhas colombianas em lista terrorista
O governo da Argentina incluiu cinco grupos criminosos latino-americanos, entre eles o Cartel de Sinaloa e o ELN, em seu registro público de entidades ligadas ao terrorismo.

O governo da Argentina incluiu cinco grupos criminosos latino-americanos, entre eles o Cartel de Sinaloa e o ELN, em seu registro público de entidades ligadas ao terrorismo.
A medida foi publicada no Diário Oficial argentino na quinta-feira (22), pela Resolução Conjunta 5/2026. Além do Cartel de Sinaloa, do México, e do Exército de Libertação Nacional, da Colômbia, entraram na lista La Nueva Familia Michoacana, do México, a FARC-EP, da Colômbia, e Los Tiguerones, do Equador.
Com a inscrição no Registro Público de Pessoas e Entidades Vinculadas a Atos de Terrorismo e seu Financiamento, o RePET, a Argentina amplia a troca de informações e as investigações sobre o financiamento do terrorismo. A designação, por si só, não autoriza ação militar automática.
O governo argentino justifica a medida pela ligação dos grupos com narcotráfico, crime organizado, sequestro mediante extorsão, mineração ilegal e violência. A decisão vem um mês depois de o governo dos Estados Unidos ampliar para 21 a sua lista de grupos criminosos latino-americanos designados como organizações terroristas estrangeiras.
O chanceler Pablo Quirno anunciou a medida em Buenos Aires ao lado do vice-secretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, que elogiou o alinhamento com o governo de Javier Milei.
Leia também: mais notícias da seção · Quênia confirma segunda morte por Ebola e surto já atinge 4 países · Tiroteio em funeral na Jordânia deixa 7 mortos e 34 feridos





